STF rejeita por unanimidade recurso de vereadora contra colega por racismo em Cuiabá

STF rejeita por unanimidade recurso de vereadora contra colega por racismo em Cuiabá

O vereador Dilemário Alencar (UB) comemorou nesta quarta-feira (23) a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que rejeitou por unanimidade o recurso da vereadora Edna Sampaio (PT). Isso se deu após Dilemário ter comparado o comportamento da parlamentar petista ao da ex-participante do Big Brother Brasil, Karol Conká.

A decisão, assinada pelo Ministro e Presidente do STF Luís Roberto Barroso no dia 13 de maio, foi um alívio para Dilemário, que havia sofrido muito com as acusações de Edna de racismo e violência de gênero, veiculadas na imprensa e nas redes sociais. Essa foi a terceira derrota de Edna na justiça, reforçando que ela o acusou de forma leviana, pois sabia que ele havia feito uma comparação sobre comportamento, e não sobre raça.

Dilemário ficou indignado com o fato de Edna ter ciência de que ele não cometera os crimes que ela alegou, mas mesmo assim o expôs, ocupando o tempo do judiciário com mentiras, em uma tentativa de desmoralizar sua imagem pública. No entanto, logo após as acusações de Edna, veio à tona o depoimento de uma assessora do seu gabinete, que acusou a vereadora de ter demitido uma mulher negra da periferia de Cuiabá enquanto estava grávida e de ter se apropriado indevidamente da sua verba indenizatória. Para Dilemário, essas atitudes podem configurar racismo e violência de gênero.

A demanda de Edna contra Dilemário ocorreu após um episódio na sessão ordinária da Câmara Municipal em 28 de setembro de 2021, quando Dilemário saiu em defesa da vereadora Maria Havallone, que havia concedido o título de Cidadã Cuiabana à ministra da agricultura Tereza Cristina. Nessa ocasião, Dilemário comparou o comportamento de Edna ao de Karol Conká, ex-participante do Big Brother Brasil conhecida por suas brigas com os colegas. Edna então apresentou uma queixa-crime contra Dilemário, acusando-o de racismo, mas acabou perdendo no Tribunal de Justiça de Mato Grosso e agora no Supremo Tribunal Federal.

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Redação: radiocuiabanafm.com.br

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