Durante a solenidade de posse dos novos membros do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), realizada na tarde desta sexta-feira (13), no Plenário 1 – Desembargador Wandyr Clait Duarte, o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Ulisses Rabaneda destacou a relevância institucional do momento e a responsabilidade assumida pelos empossados.
Foram empossados a desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque e o desembargador Sergio Valério, que passam a integrar o Segundo Grau da Corte mato-grossense.
Ao saudar autoridades, magistrados, membros do Ministério Público, advogados, familiares e convidados presentes, Rabaneda classificou a data como “um dia de muita alegria para o Judiciário mato-grossense”, ressaltando que a renovação da Corte representa também a renovação de ideias e perspectivas.
“Hoje é um dia de muita alegria para o Judiciário mato-grossense porque esta Corte se renova. E a cada vez que a Corte se renova com novas ideias, novas perspectivas, trazidas por novos membros, nós temos um Judiciário que também se renova”, afirmou.
O conselheiro relembrou que, recentemente, ao participar da posse de novos juízes substitutos no mesmo plenário, enfatizou a missão institucional de manter a excelência dos serviços jurisdicionais prestados pelo Estado. Segundo ele, o desafio agora também se estende aos novos desembargadores.
Rabaneda destacou que o TJMT foi reconhecido com o Selo Diamante concedido pelo CNJ, uma das mais altas distinções do Prêmio CNJ de Qualidade, resultado da eficiência jurisdicional, do comprometimento dos magistrados e do trabalho dos servidores.
“Ganhar o Selo Diamante demonstra a excelência da atividade jurisdicional praticada pelos magistrados deste Tribunal e do Primeiro Grau, bem como o comprometimento de seus servidores”, pontuou.
O conselheiro ainda relatou episódio recente ocorrido em Brasília, durante encontro com representantes do sistema de Justiça, incluindo integrantes do Superior Tribunal de Justiça e da Ordem dos Advogados do Brasil. Na ocasião, ao ser questionado sobre qual tribunal apresentava a menor taxa de congestionamento processual do país, respondeu prontamente: o Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
“Não titubeei em responder que era o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso. E, ao checarem, confirmou-se que realmente se trata do Tribunal mais célere do Poder Judiciário brasileiro”, relatou.
Para o conselheiro, o dado reforça a responsabilidade institucional dos novos membros da Corte. Ele afirmou ter “absoluta certeza e tranquilidade” de que tanto Gabriela Knaul Albuquerque quanto Sérgio Valério não apenas manterão o legado de excelência, mas contribuirão para elevar ainda mais o nível do Judiciário estadual.
Em tom pessoal, Ulisses Rabaneda também destacou sua trajetória como advogado em Mato Grosso há mais de duas décadas, ressaltando que a percepção externa da advocacia confirma a qualidade da Corte.
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